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“A gente inicia um ano desafiador, o maior problema é o preço das commodities. Temos ainda alguns assuntos que impactam, como essa questão de ampliação de áreas indígenas, que no fim do ano nós tivemos após a COP 30 esse anúncio que nos preocupou muito, trazendo insegurança jurídica”, comentou o presidente da Aprosoja.
Durante a COP 30, em novembro de 2025, o Governo Federal anunciou a homologação de quatro Terras Indígenas, assinou portarias declaratórias referentes a 10 novos territórios indígenas e aprovou seis Relatórios Circunstanciados de Identificação e Delimitação (RCID) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI).
Beber defende que deve ser respeitado o marco temporal para a demarcação de terras indígenas, que está contido na Lei 14.701 de 2023, que estabelece que os povos indígenas têm direito apenas às terras que ocupavam ou já disputavam em 5 de outubro de 1988.
Para Lucas Costa Beber, outra situação que gera preocupação para este ano, para o setor do agronegócio, é a “competição por crédito”.
“O atual governo tem trazido bastante insegurança jurídica para o setor. Um exemplo é essas ampliações, a questão da competição por crédito, hoje o governo, devido ao desequilíbrio fiscal, tem acessado muito crédito concorrendo com o privado, o que tem elevado as taxas de juros e travado muito investimento no setor, como o próprio financiamento e custeio da lavoura”.
2026 é ano de eleições presidenciais, o que de acordo com Beber, costumeiramente também traz algumas instabilidades para o setor.
“Eleições é normal, é um ano que tem mais oscilação também, taxa de câmbio, tem a questão dos juros altos que estamos vivendo ainda, tudo isso acaba sendo impactado por esse período eleitoral. E é claro, provavelmente promete ser uma eleição muito turbulenta esse ano, com muita oscilação, mas é algo que foge do nosso controle, temos que aguardar, acho que, como cidadão, cada um tem que fazer a sua parte”, pontuou.
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Postura do Governo Federal aumenta desafios para o agronegócio em 2026, avalia presidente da Aprosoja
Nos últimos dez anos, a infraestrutura elétrica do estado passou por um processo consistente de modernização e expansão, acompanhando o crescimento econômico e populacional. Na prática, a ampliação garante maior competitividade, confiabilidade no fornecimento e suporte à expansão de diferentes setores produtivos. Os avanços são resultado de investimentos contínuos, alinhados às demandas geográficas e socioeconômicas de um território extenso e diverso.
Desde a chegada da Energisa ao estado, os investimentos já ultrapassam R$ 9 bilhões. O ritmo de aportes se intensificou ao longo dos anos: em 2014, foram aplicados cerca de R$ 300 milhões, enquanto em 2025 o valor alcança aproximadamente R$ 1,6 bilhão. O montante representa o maior investimento em distribuição de energia elétrica por pessoa no Brasil, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
A expansão também é visível na estrutura da rede elétrica, que passou de 169 mil quilômetros em 2014 para mais de 230 mil quilômetros em 2024 — um crescimento de 35,5%. Nesse período, mais de 40 novas subestações foram construídas, dobrando a capacidade instalada do sistema. Para 2025, estão previstas a construção de outras cinco subestações e a ampliação de 18 unidades já existentes.
“Esses números materializam o nosso compromisso em levar energia com qualidade para todo o estado. Na prática, significam mais estabilidade no fornecimento, menos quedas e interrupções, garantindo energia disponível em 99,8% do tempo para os mato-grossenses. São investimentos recordes que nos permitem contribuir diretamente para o desenvolvimento de um estado com características desafiadoras e crescimento pujante”, destaca o diretor técnico da Energisa Mato Grosso, Fabrício Medeiros.
Outro foco da concessionária tem sido a universalização do acesso à energia elétrica em áreas isoladas. Desde 2021, 2.968 famílias de comunidades remotas passaram a contar com eletricidade, promovendo avanços diretos na educação, saúde, segurança, economia local e inclusão digital. Até 2026, a previsão é beneficiar outras 1.254 famílias, por meio de parcerias com programas de atendimento rural e remoto.
Além da atuação técnica, a Energisa também se destaca como agente econômico e social em Mato Grosso, com a geração de cerca de 8 mil empregos diretos e indiretos. Os investimentos sociais somam quase R$ 5 milhões nos últimos anos, destinados a projetos nas áreas de esporte, saúde, cultura, educação e lazer. Somam-se a isso R$ 206 milhões aplicados, nos últimos dez anos, em 209 projetos voltados à eficiência energética.
Mais do que números, os investimentos se traduzem em benefícios concretos para cerca de 1,7 milhão de clientes: maior qualidade no serviço, redução de interrupções, mais segurança e energia chegando a regiões antes não atendidas. Os impactos se refletem diretamente no fortalecimento da educação, da saúde e da economia, ampliando oportunidades e impulsionando o desenvolvimento em todo o estado.
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“Quais são os dados científicos que estão hoje sendo apontados? Vamos lá, nós temos 0,04% de carbono [na atmosfera]. Você sabia que no período triássico, na Era Mesozoica, onde os dinossauros existiram, o carbono era muito mais elevado e tinha vida? Carbono é vida. Carbono é o que constitui a árvore. É claro que o nível de carbono fora do controlável vai trazer prejuízos, mas assim, nós estamos com 0,04%. (…) Nós temos 20% hoje da nossa atmosfera que é oxigênio, isso não vai deixar de existir”, pontuou.
O biólogo afirmou que também acredita na existência de mudanças climáticas, contudo, pontuou que apenas questiona quais são os estudos que comprovam qual é a parcela de contribuição da atividade humana nisso. Ele defende que os discursos sejam feitos com base em ciência e não em percepção.
“Esse tipo de percepção e opinião ela não tem qualidade técnica. Tem mudança climática? Eu também acho que tem. Eu acho que tem que ter mudança climática. Tem um astro rei lá que regula, é ele que regula e uma explosão a mais ou a menos no sol, vai dar menos ou mais reflexo aqui, é óbvio. Agora, dizer: ‘o ser humano é responsável por toda mudança climática que está acontecendo’. Prove”, disse.
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“Importante esclarecer que as informações dos projetos de assentamento no Simcar devem ser cadastradas exclusivamente pelo Incra ou pelo Intermat, por meio de seu profissional técnico cadastrado pelo órgão fundiário. Os beneficiários da Reforma Agrária devem se organizar e procurar o órgão fundiário para verificar a situação do seu assentamento e dar início ao processo de regularização ambiental”, ressaltou a secretária adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto.
Segundo ela, com a inclusão das informações e documentos, a Sema efetuará a análise ambiental do assentamento como um todo e, após a aprovação, a emissão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) do lote individual será automática pelo sistema.
Com a aprovação do CAR por lote, o imóvel rural que tiver passivo ambiental, seja em área de reserva legal ou em área de preservação permanente, deverá assinar o termo de compromisso com o órgão ambiental para recuperação de áreas degradadas em déficit.
“Ocorreram simplificações no Simcar-Assentamento para que o processo se torne mais célere, mas dependemos do cadastramento das informações pelos órgãos fundiários para promovermos a regularização ambiental das propriedades”, enfatizou.
Conforme a secretária, o Simcar-Assentamento começou com um projeto piloto do Intermat, no assentamento Pai Herói, com a validação de mais de 40 cadastros. “Após o cadastramento do projeto e a inclusão das informações da malha de lotes por parte do Intermat, a análise foi concluída em cinco dias. Algumas famílias já receberam o CAR, e outras deverão apresentar projeto de recuperação ambiental”, afirmou.
Segundo dados do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), os assentamentos em Mato Grosso ocupam cerca de cinco milhões de hectares, com mais de 47 mil cadastros ambientais no Sistema Mato-grossense de Cadastro Ambiental. A projeção de 100% de cobertura aponta para aproximadamente 73 mil cadastros.
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Na prática, a mudança reduz a flexibilidade que produtores tinham para negociar com distribuidoras os períodos mais adequados para irrigar. Para lideranças do setor, essa limitação pode elevar significativamente os custos de produção e até inviabilizar safras adicionais, como a chamada terceira safra, que vem ganhando espaço em Mato Grosso.
“A irrigação precisa de regularidade e de adaptação às condições climáticas. Se o desconto for concedido apenas em horários pré-fixados, sem considerar a realidade local, os produtores terão que arcar com contas mais altas, o que compromete a viabilidade econômica”, avaliou Luciana Miyabaiyashi, a consultora da Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir).
Ações para mitigar os efeitos
Segundo a engenheira, reuniões já foram realizadas com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MIDR) e estão em andamento tratativas com o Ministério de Minas e Energia para que as portarias sejam editadas de forma regionalizada, contemplando as especificidades de cada área produtiva.
Ainda conforme a consultora, a existência de um acordo de cooperação técnica entre os ministérios de Minas e Energia, do Desenvolvimento Regional e da Agricultura (Mapa), que deve garantir a participação do setor nas decisões. “O objetivo é que o irrigante seja ouvido, levando suas demandas e dificuldades para que as regras não comprometam a produção”, afirmou.
Um projeto em andamento junto ao MIDR e à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) já vem subsidiando esse debate, com levantamento de cargas e diagnóstico de problemas do setor elétrico voltados à irrigação no estado.
A consultora da Aprofir cumpre agenda em Brasília nesta semana, participa de um workshop sobre usos múltiplos de reservatórios de hidrelétricas e nesta quinta (25), terá reunião com a diretoria de irrigação do MIDR para alinhar estratégias e buscar ajustes que beneficiem o setor.
Paralelamente, também segue em discussão a MP 1304, que retirou a irrigação da lista de atividades isentas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Caso a mudança seja confirmada, irrigantes poderão ter que arcar, futuramente, com custos que hoje são cobertos pela isenção.
“O setor de irrigação é fundamental para o desenvolvimento do agronegócio e precisa de segurança regulatória para continuar investindo. Vamos continuar defendendo que as decisões sejam regionais e que o produtor não seja penalizado com custos que inviabilizem a atividade”, concluiu a representante da Aprofir.
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“O Estado faz uma grande entrega para a nossa agricultura familiar e para as nossas crianças, fazendo com que o dinheiro público, que é pago por todos nós por meio dos impostos, voltem para o cidadão em forma de bens e serviços. É, por isso, que estamos comprando máquinas e entregando para a agricultura familiar, além de ajudar as prefeituras a construir as creches, para que os pequenos produtores possam produzir melhor e a educação de Mato Grosso se torne a melhor do país”, afirmou o governador Mauro Mendes.
Também foram entregues 3.589 cartões do Fundo de Apoio à Agricultura Familiar, o Fundaaf, na modalidade “inclusão rural”, que tem parceria com a agência de fomento do Estado, a Desenvolve MT, e busca oferecer apoio financeiro e técnico para que os pequenos produtores em situação de vulnerabilidade social possam desenvolver suas atividades no campo.
Esse auxílio, que totaliza R$ 21,4 milhões, é destinado àqueles inscritos no Cadúnico Rural, com renda per capita de até meio salário mínimo, e com prioridade para idosos, mulheres, jovens, indígenas, quilombolas e assentados.
A secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, observou que os recursos vão fortalecer o setor, promovendo o desenvolvimento sustentável dos pequenos produtores.
“Não estamos entregando somente máquinas e dinheiro. Estamos entregando autonomia e dignidade aos municípios e aos produtores. Esse recurso do Fundaaf Inclusão Rural vai pegar as pessoas que estão em situação de vulnerabilidade e vai trazê-las de volta para participar da economia local. Este é um governo que acredita no produtor rural, que caminha junto e que vai ver esse produtor crescer junto”, enfatizou.
O presidente da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural, Suelme Fernandes destacou que as entregas vão beneficiar diretamente os pequenos produtores.
“Este é um governo que olha para os pequenos e para os mais pobres, que entrega e leva renda para as comunidades rurais. Nunca se investiu tanto para desenvolver a agricultura familiar, e, principalmente, para ajudar os mais vulneráveis”, afirmou.
Construção de creches
Durante a solenidade, o governador Mauro Mendes formalizou o repasse de R$ 80,9 milhões para a construção de 23 novas creches e retomada de obras de 7 unidades. O recurso é oriundo do Fundo Estadual de Apoio à Melhoria das Condições de Oferta da Educação Infantil e do Ensino Fundamental no Estado de Mato Grosso.
O secretário de Estado de Educação, Alan porto, destacou que o Governo do Estado tem feitos investimentos significativos na educação, tanto para melhorar a infraestrutura quanto para valorizar os profissionais da Rede Estadual, e ressaltou que o repasse para a construção e retomada de obras de creches nos municípios vai garantir mais de cinco mil novas vagas.
“O Governo do Estado tem sido parceiros do município, e esse é um dia muito importante para as crianças do nosso Estado. A creche é a porta para o desenvolvimento infantil e é onde a gente começa a trabalhar a alfabetização, e investir em creche é investir em desenvolvimento econômico também, porque dá garantia para os pais e mães trabalharem enquanto deixam seus filhos em um local adequado”, observou.
O conselheiro Antonio Joaquim, do Tribunal de Contas do Estado, ressaltou que Mato Grosso é um dos cinco estados do país que têm recursos reservados para as creches no Estado, garantindo apoio aos municípios.
“Tenho certeza que, com esse nível de investimento, vamos zerar a demanda, e o Estado não terá nenhuma criança sem creche para atendê-la. A primeira infância é o investimento mais importante da administração pública. Quando se faz este investimento, você diminui a criminalidade, a gravidez na adolescência, impacta na qualidade de vida do país”, disse.
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No total Mato Grosso conta com 32.186.137 animais, sendo a maioria deles concentrada nas regiões norte e oeste. As dez maiores cidades com liderança na pecuária são Cáceres (1.392.407), Vila Bela da Santíssima Trindade (1.045.584), Juara (890.526), Colniza (853.803), Juína (782.968), Alta Floresta (675.385), Pontes e Lacerda (657.725), Nova Bandeirantes (624.172), Porto Esperidião (591.895) e Poconé (581.166).
lJuntas essas cidades concentram ¼ do rebanho estadual, com 8.095.61 bois. Com o quantitativo de pouco mais de 32 milhões de gados, Mato Grosso segue na liderança nacional de rebanho, estando bem à frente do 2º colocado, o Estado do Pará com 25 milhões de bovinos, e o 3º colocado, Goiás com 23 milhões de bois.
Suínos
Dados obtidos durante a campanha de atualização do estoque de rebanho apontam ainda que Mato Grosso possui 1.654.562 suínos tecnificados (criação intensiva), presentes em 109 estabelecimentos rurais concentrados em 26 cidades.
Tapurah, Nova Mutum, Sorriso, Vera e Lucas do Rio Verde são os que mais possuem suínos comerciais.
Aves
Na criação de aves comerciais Mato Grosso conta com um total de 42.488.35 aves. Desse total de pouco mais de 42 milhões, 380.804 são aves de codorna. Todo volume está concentrado em 61 municípios, que reúnem 355 estabelecimentos rurais voltados para a criação de aves.
Nova Mutum, Primavera do Leste, Campo Verde, Sorriso e Lucas do Rio Verde são os cinco municípios que reúnem o maior número de aves comerciais.
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As medidas de apoio foram anunciadas pelo presidente Lula (PT) em suas redes sociais nesta sexta-feira (5).
Terão direito à renegociação os produtores que registraram perdas em duas safras nos últimos cinco anos, em municípios que decretaram situação de calamidade duas vezes nesse mesmo período.
“A expectativa é beneficiar cerca de 100 mil produtores, alcançando 96% dos pequenos e médios agricultores inadimplentes ou com dívidas prorrogadas”, disse Lula.
Dentre as medidas anunciadas estão três linhas distintas de crédito para produtores rurais, com limite de R$ 250 mil e juros anuais de 6% para pequenos, R$ 1,5 milhão a 8% para médios e R$ 3 milhão a 10% para grandes.
O pacote foi tema do discurso do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), feito sob vaias na abertura oficial da 48ª edição da Expointer, feira de agronegócio em Esteio (RS).
O evento foi marcado por um protesto de produtores cobrando ação do governo federal para conter o impacto das perdas de safra e das dívidas adquiridas.
Os manifestantes levaram balões pretos e coroas de flores para, de acordo com a organização do protesto, homenagear agricultores que tiraram a própria vida nos últimos anos por causa de dívidas.
“Compreendo e me solidarizo às famílias daqueles que não suportaram esse momento difícil”, disse Fávaro.
O protesto já estava previsto antes da confirmação da presença de Fávaro, que esteve no centro de uma polêmica durante a semana no estado. O ministro não participaria da feira e cumpriria uma agenda no Amapá, decisão que gerou críticas de lideranças políticas e setoriais. O ministro não havia comparecido à Expodireto, feira de agronegócio e máquinas em Não-Me-Toque, no norte do estado.
O vice-governador Gabriel Souza (MDB) disse que a ausência do ministro era um desrespeito com a feira e a importância do Rio Grande do Sul para consolidar o Brasil como uma potência global do agronegócio.
Depois de uma reunião com Lula, em Brasília, o ministro alterou os planos e confirmou a presença na quinta-feira (3).
A Expointer teve início no último sábado (30), mas a abertura oficial ocorre tradicionalmente nas sextas-feiras junto ao Desfile dos Campeões, com a presença de animais premiados durante o evento.
O Rio Grande do Sul enfrentou longos períodos de estiagem desde 2020, em razão do fenômeno La Niña. Entretanto, o cenário se inverteu três anos depois: de acordo com o Painel do Agronegócio do estado, foram registrados 929 eventos de chuva extrema entre junho de 2023 e junho de 2024.
Pequenos e médios produtores foram excepcionalmente atingidos pelas chuvas e enchentes de maio de 2024, e de setembro e novembro de 2023 em menor grau.
A tragédia atingiu 15.661 propriedades de soja e causou prejuízo estimado em 2,7 milhões de toneladas do grão. No cultivo do milho, 28.339 produtores tiveram uma perda somada de aproximadamente 354,2 mil toneladas. Também se estima que 117,2 mil toneladas de frutas tenham sido perdidas.
A safra 2024-2025 não trouxe bons resultados para a soja devido a uma série de ondas de calor extremo. No dia 4 de fevereiro, o Rio Grande do Sul registrou a maior temperatura de sua história, de 43,8ºC, em Quaraí.
A previsão da Emater-RS (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul) é que a produção de grãos na safra 2025/2025 chegue a 35.328.754 toneladas, um aumento de 27,3% em relação ao período anterior.
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Investimento de R$ 7 bi: lançado edital de concessão da BR-060/364 para impulsionar agronegócio e transformar logística entre MT e GO apareceu primeiro em Leste News.
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Um diferencial em 2024 é que mais instituições passaram a operar com o aval do Fundo Garantidor, instituído pelo governador Mauro Mendes para facilitar o acesso ao crédito. Ao todo, o Sicredi foi responsável por R$ 326,8 milhões de empréstimos via MT Garante, seguido pela Desenvolve MT com R$ 41,6 milhões. O Sicoob liberou R$ 29,2 milhões e a Cresol outros R$ 4,1 milhões.
O fundo é voltado para empreendedores que enfrentam dificuldades em oferecer garantias tradicionais exigidas pelas instituições financeiras. Com o aval complementar, o MT Garante permite que negócios formalizados como Microempreendedor Individual (MEI), Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) tenham acesso a linhas de crédito que antes pareciam inalcançáveis. Além disso, pequenos e médios produtores rurais também encontram no fundo, uma solução prática para impulsionar suas atividades.
Os limites de crédito variam conforme o perfil do solicitante. Um MEI, por exemplo, pode contratar até R$ 70 mil, enquanto microempresas têm acesso a até R$ 200 mil e empresas de pequeno porte, até R$ 300 mil. Para pequenos produtores rurais, o limite é de R$ 250 mil, e médios produtores podem obter até R$ 430 mil. Excepcionalmente, o fundo permite financiamentos de até R$ 2 milhões para a instalação de aviários, conforme resolução específica.
A maioria dos recursos foi para capital de giro das empresas e depois para investimentos. Empresas de comércio e reparação de veículos, produtores rurais, indústrias de transformação e empresas do segmento de alojamento e alimentação foram os que mais acessaram recursos com o Estado como avalista. Empresas sediadas em Cuiabá, Sorriso, Sinop, Rondonópolis e Lucas do Rio Verde concentram a maior parte das operações realizadas.
“O Governo do Estado tem cumprido seu papel de ser agente transformador na vida do cidadão, promovendo políticas públicas que incentivam o desenvolvimento regional. No caso da Desenvolve MT, ela tem sido extremamente importante quando se trata de ajudar o pequeno e o médio empresários. Prova disso é que na última Reunião Extraordinária do Comitê Deliberativo do Fundo de Aval Garantidor de Mato Grosso, nós aprovamos um aditivo de R$ 2 milhões para o aval da Desenvolve, que agora possui um limite operacional de R$ 4,8 milhões.”, aponta o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.
MT Garante ajuda em expansão de sorveteria
João Vittor Mendes, proprietário da Vila do Sorvete em Cuiabá, relata a importância do fundo de aval no crescimento da sua empresa. “Com o apoio do MT Garante, consegui expandir a Vila do Sorvete, transformando o sonho de crescer em realidade. A atuação da Desenvolve MT foi essencial para abrir as portas do crédito e impulsionar o futuro do meu negócio”, disse o empreendedor.
A utilização do MT Garante vai além de garantir crédito. Ele facilita investimentos fixos, aquisição de capital de giro e outras necessidades financeiras essenciais para o crescimento de pequenos negócios. O fundo cobre até 80% do valor do financiamento, sempre condicionado a uma análise de crédito rigorosa, o que assegura a sustentabilidade das operações tanto para os empreendedores quanto para os agentes financeiros.
O aumento no volume de financiamentos concedidos reflete o impacto positivo do MT Garante no ambiente de negócios em Mato Grosso. Ao reduzir os riscos das operações para as instituições financeiras, o fundo estimula a concessão de crédito e impulsiona o desenvolvimento de empresas que, muitas vezes, representam a base econômica de seus municípios. Com isso, mais empregos são gerados, e as comunidades locais se fortalecem.
Antes de solicitar o fundo, a Desenvolve MT realiza uma pré-análise para verificar a elegibilidade e definir as condições de crédito disponíveis. Esse processo simples e acessível tem permitido que sonhos se tornem realidade, transformando ideias em empreendimentos concretos.
Com resultados cada vez mais expressivos, o MT Garante se firma como um aliado indispensável para quem deseja crescer, inovar e contribuir para o progresso de Mato Grosso. A iniciativa representa não apenas apoio financeiro, mas também a possibilidade de construir um futuro promissor para os empreendedores do Estado.
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