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]]>Às 7h em ponto, quando os portões de cinco escolas de tempo integral vocacionadas ao ensino de línguas, da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso, se abrem, as unidades ganham ritmo de um dia inteiro. Mas não é só a carga horária que muda: nessas unidades, o modelo combina formação geral, trilhas de aprofundamento e ensino intensivo de espanhol, inglês e Libras (Língua Brasileira de Sinais).
Criadas em 2023, as escolas vocacionadas às línguas somam 953 alunos distribuídos em cinco unidades: Marechal Eurico Gaspar Dutra, em Barra do Garças; Professor Antônio Epaminondas, em Cuiabá; Adolfo Augusto de Moraes, em Rondonópolis; Jonas Lopes da Silva, em Tangará da Serra; e Professor Honório Rodrigues Amorim, em Várzea Grande.
Para a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), a presença dessas escolas em polos regionais consolida um modelo curricular voltado à formação integral e à proficiência em línguas, com jornada ampliada.
A proposta integra o Plano EducAção 10 Anos, que tem meta ambiciosa: colocar a Rede Estadual entre as cinco redes públicas mais bem avaliadas do país até 2032. O objetivo é estar entre as melhores e também se tornar referência em ensino bilíngue, alinhando aprendizado de conteúdos essenciais, desenvolvimento científico, uso crítico e criativo de tecnologias e competências socioemocionais e culturais necessárias à vida e ao mercado de trabalho.
O diferencial é que, nessas escolas, as línguas estruturam o currículo e não aparecem apenas como complemento da grade. Ela estrutura o percurso: são 1.640 horas-aula em línguas no Ensino Fundamental e 3.000 horas-aula no Ensino Médio, em uma rotina diária das 7h às 16h. O núcleo articulador das línguas é conduzido por professores selecionados em processo específico e capacitados para atuação em espanhol e inglês.
Em duas unidades, a Professor Antônio Epaminondas e a Professor Honório Rodrigues Amorim, a formação linguística se amplia com Libras (Língua Brasileira de Sinais), incorporando ao cotidiano escolar uma dimensão importante de inclusão e comunicação.
Além da formação geral básica, a parte diversificada inclui componentes que sustentam a proposta integral com iniciação científica, protagonismo estudantil, estudo aplicado de língua portuguesa e matemática, avaliação semanal e disciplinas eletivas no Ensino Fundamental.
Já no Ensino Médio, entram práticas experimentais, estudo orientado, avaliação semanal, projeto de vida e trilhas de aprofundamento nas áreas de linguagens e ciências humanas. A proposta é interdisciplinar e multilíngue, com foco na autonomia do estudante e no desenvolvimento do projeto de vida.
Formação de professores
A política garante formação continuada para os profissionais das escolas, com foco no desenvolvimento, acompanhamento e aperfeiçoamento da proposta vocacionada. No horizonte pedagógico, estão também vivências interculturais, intercâmbios acadêmicos e projetos colaborativos que valorizem a diversidade cultural e linguística, experiências que, na avaliação da rede, reforçam o sentido de aprender línguas não apenas como conteúdo, mas como ponte para repertórios, culturas e possibilidades.
Na avaliação do secretário de Educação, Alan Porto, as escolas vocacionadas a línguas atuam na formação de jovens para serem protagonistas em um mundo marcado pela interdependência cultural, pela circulação global de informações e pela aceleração tecnológica.
“Nesse cenário, a Educação Integral surge não apenas como ampliação da jornada escolar, mas como uma concepção formativa que considera o estudante em sua totalidade, sujeito de direitos, produtor de cultura e protagonista de seu próprio percurso de aprendizagem”, afirma.
O secretário reforça que a criação das escolas já representava uma resposta inovadora ao desafio de preparar estudantes para um tempo em que informação exigia leitura crítica e capacidade de comunicação. Alan Porto também destaca que, desde 2020, as escolas vocacionadas são realidade na Rede Estadual e que a proposta segue avançando na construção de uma educação que ultrapassa os limites do conhecimento teórico.
“Ampliamos o leque de possibilidades para esses jovens no mercado de trabalho. A formação em línguas é necessária às atividades ligadas ao turismo e ao agronegócio, principalmente. Ao colocar as línguas no centro do currículo, a rede sinalizou uma aposta de que a escola pública pode, sim, abrir janelas para o mundo sem pedir licença à desigualdade”, conclui Alan Porto.
Além das cinco unidades vocacionadas às línguas, a rede estadual de ensino conta com 13 escolas vocacionadas ao esporte, uma vocacionada à arte e outras 96 de tempo integral em vários municípios.
Fonte: Governo MT – MT
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Bandidos invadem escolas, levam 9 TVs, alimentos e cortam energia elétrica apareceu primeiro em Leste News.
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]]>A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) publicou lista final de ganhadores da 4ª edição da Mostra Estadual das Escolas Técnicas (MEET). As equipes concorreram a uma premiação dividida em dois segmentos: aluno e professor orientador. Foram premiados os três primeiros colocados de cada categoria.
No segmento aluno, a premiação consiste em: um smartphone (1º lugar), um tablet (2º lugar) e um Smart Speaker Amazon Echo Dot (3º lugar). Para os professores orientadores, a premiação é: Kit Professor Tech, composto por um tablet, uma mochila; um projetor 4K HD (150 polegadas) e um controle apresentador de slides (1º lugar); um Smartphone (2º lugar) e um tablet (3º local).
Conforme edital publicado na noite desta terça-feira (15.7), na primeira categoria Projeto de Ensino os alunos e professores premiados foram: Isabelle Morais Santos e Elonha Rodrigues dos Santos, da ETEC de Juara (1º lugar); Anna Clara Ribeiro de França e Luana Kateryne Carvalho Ferreira, de Cáceres (2º lugar); e Clarice Moura Ferreira e Francielly Guieiro Gomes de Sousa, da Escola Técnica de Matupá (3º lugar).
Os alunos premiados na categoria projeto de extensão foram Jéssika Fernanda Batista, da ETEC Cáceres (1º lugar); Ellen Sousa Brito da ETEC, de Barra do Garças (2º lugar); e Isabelly Daghetti da Silva, de Lucas do Rio Verde (3º lugar). Os professores vencedores foram Bethânia de Carvalho, da ETEC de Cáceres (1º lugar); Cleidiane Gonçalves Pires e Wallisom Glenny Xavier Oliveira, ambos de Barra do Garças (2º e 3º lugar, respectivamente).
Por fim, foram premiados na categoria projeto científico os alunos da ETEC de Cáceres Anderson Luiz da Silva (1º lugar) e Emylli Paola Toneto Silva (2º lugar); e da ETEC Lucas do Rio Verde, o aluno Júlio Robert Lima Nascimento (3º lugar). Os professores vencedores da categoria foram Lukas Vinicius Rodrigues da Silva, de Cáceres (1º lugar); Maisa Nagano Moro Machado, da ETEC de Lucas do Rio Verde (2º lugar); e Francilene Cardoso Alves Fortes, de Tangará da Serra (3º lugar).
A Escola Técnica Estadual de Cáceres “Professor Adriano Silva” foi a unidade com mais vencedores. Para o diretor Douglas Castrillon, o resultado demonstra o amadurecimento do trabalho pedagógico e a relevância da educação técnica para o território: “Os prêmios são resultado de um esforço coletivo entre alunos, professores e toda a equipe da escola. Esse reconhecimento mostra que a educação técnica é capaz de formar jovens comprometidos com a inovação e com as necessidades reais da sociedade”, afirmou Douglas.
A presidente da comissão organizadora da 4ª MEET, Elinez Rocha, parabenizou todos os professores e alunos que participaram. “Queremos expressar nossa gratidão às Escolas Técnicas. A ciência é movida pela curiosidade e pelo aprendizado constante, e isso vai além de prêmios. O maior ganho está no processo, na troca de ideias e no impacto gerado com a exposição dos projetos” completa Elinez.
Os projetos ganhadores da MEET também foram automaticamente classificados para a 17ª Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (MECTI), que será realizada em outubro, durante a 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCTI), em Cuiabá.
Confira a lista final de ganhadores da 4ª MEET, clicando aqui.
*Sob supervisão de Téo Meneses.
Fonte: Governo MT – MT
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]]>Mato Grosso terá mais 25 escolas cívico-militares. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (22.5), após consulta pública com pais, responsáveis e estudantes, realizada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) neste mês de maio, em 28 unidades de 21 municípios.
Em fevereiro deste ano, o governador Mauro Mendes autorizou a implantação do Programa Escolas Estaduais Cívico-Militares, para ampliar o número de escolas nessa modalidade em todo o Estado. Na ocasião, 31 novas escolas cívico-militares foram autorizadas, somando-se às 28 que já estavam implantadas nos últimos anos.
“No início da gestão, tínhamos apenas sete escolas nesse modelo e agora estamos chegando a 84, bem perto da nossa meta de 100. Essas escolas vão contar com os mesmos professores, mesmo material didático, mesma metodologia e toda a tecnologia que nós estamos implantando nas escolas públicas do estado. A diferença é respeito, disciplina e foco. Os nossos militares que estão lá vão auxiliar os diretores e os professores para conduzir esses jovens para um futuro melhor”, afirmou o governador Mauro Mendes
O vice-governador Otaviano Pivetta explicou que o modelo cívico-militar mantém o currículo tradicional da rede, com professores responsáveis pelo ensino, enquanto os militares da reserva contribuem para a organização e disciplina das unidades.
“Além dessas, temos mais de 200 pedidos de novas adesões em diversos municípios. Isso mostra que as famílias confiam nesse formato de ensino, que reforça a disciplina, o respeito e o civismo. A educação é uma das prioridades do nosso governo, e vamos seguir ouvindo a população e investindo naquilo que está dando certo”, pontuou ele.
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, esclareceu que o processo de contratação dos militares da reserva que vão atuar nessas unidades já foi iniciado, com a publicação de editais nos 13 polos regionais de educação. Além disso, uma comissão de apoio vai acompanhar o processo de transição, oferecendo orientações e suporte às escolas e à comunidade escolar.
“Os próximos passos serão a implementação do novo modelo, de acordo com o processo regulamentado pela secretaria, definindo as etapas e as responsabilidades para a transição da escola para o modelo cívico-militar”, disse.
O processo também inclui formação e treinamento de diretores, coordenadores, professores, monitores e demais servidores para que estejam aptos a implementar o novo modelo de gestão.
De todas as consultadas, em três unidades as comunidades escolares optaram por manter o modelo tradicional de ensino e o resultado das votações será afixado nas escolas, nas Diretorias Regionais e no site da Seduc.
– Novas escolas cívico-militares por município:
Carlinda – Escola estadual Tancredo de Almeida Neves
Nova Canaã do Norte – Escola Estadual Nova Canaã
Paranaíta – Escola Estadual Mário Corrêa da Costa
Barra do Garças – Escola Estadual Senador Filinto Muller
Pontal do Araguaia – Escola Estadual São Miguel
Araputanga – Escola estadual Nossa Senhora de Fátima
Confresa – Escola Estadual 29 de Julho
Diamantino – Escola Estadual Irmã Lucinda Facchin
Brasnorte – Escola Estadual Prof. Norma Lucia Nunes
Chapada dos Guimarães – Escola estadual Profª Ana Tereza Albernaz
Cuiabá – Escola Estadual Leonidas Antero de Matos
Cuiabá – Escola Estadual Filogonio Corrêa
Cuiabá – Escola Estadual Prof. Ulisses Cuiabano
Cuiabá – Escola Estadual Heliodoro Capistrano
Nossa Senhora do Livramento – Escola Estadual José de Barros Maciel
Várzea Grande – Escola Estadual Profª Elmaz Gattas Monteiro
Paranatinga – Escola estadual 29 de Junho
Campo Verde – Escola Estadual Jupiara
Alto Garças – Escola Estadual Dr. Ytrio Correa
Dom Aquino – Escola Estadual Vinicius de Moraes
Rondonópolis – Escola Estadual Prof. Edith Pereira Barbosa
Rondonópolis – Escola Estadual Prof. Eunice Souza dos Santos
São Pedro da Cipa – Escola Estadual Irmã Miguelina Corso
Vera – Escola Estadual Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Campos de Júlio – Escola Estadual Angelina Franciscon Mazutti
– Escolas que optaram por manter o modelo tradicional:
Escola Estadual Arlete Maria da Silva (Várzea Grande)
Escola Estadual Jayme Veríssimo de Campos (Várzea Grande)
Escola Estadual 19 de Julho (Peixoto de Azevedo)
Fonte: Governo MT – MT
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]]>O post Prazo para escolas confirmarem dados no sistema Educacenso se encerra na próxima quarta-feira (16) apareceu primeiro em Leste News.
]]>O prazo para as escolas confirmarem dados no Sistema Educacenso se encerra na próxima quarta-feira (16.10). O sistema foi reaberto pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC), para que as escolas públicas e privadas confirmem ou retifiquem os dados declarados, em maio deste ano, ao Censo Escolar 2024.
A ação busca garantir que as escolas possam ajustar suas informações para refletir a realidade de seus estudantes, professores e da gestão escolar. O Censo Escolar é a ferramenta que permite conhecer a educação em todo o País.
O coordenador do Censo Escolar da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Rodrigo Jacob, alerta que a importância da retificação e confirmação dos dados não pode ser subestimada, já que a divisão dos recursos para a educação é calculada com base no número de matrículas coletadas.
“As informações coletadas têm um caráter declaratório e devem ser registradas com precisão. Qualquer erro pode comprometer a distribuição de recursos federais, como aqueles destinados a livros didáticos, transporte e alimentação escolar”, explica Rodrigo.
Segundo ele, os dados são fundamentais para a formulação de políticas públicas que buscam melhorar a educação e enfatiza que é vital que as instituições apresentarem seus dados de forma exata e atualizada, uma vez que isso influenciará diretamente as verbas recebidas.
Além disso, a análise dos dados do censo impacta na autorização para a realização de cursos e a administração do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que dependem da coleta e análise dessas informações para que sejam elaborados programas que atendam às demandas educacionais contemporâneas.
Todas as informações contemplam as modalidades da educação básica e profissional, abordando o Ensino Regular, Educação Especial, Educação de Jovens e Adultos e os cursos técnicos e de qualificação profissional. Neste ano, uma novidade da pesquisa é a coleta do campo da Educação Ambiental, que reflete a crescente importância dessa temática nas práticas educacionais.
Fonte: Governo MT – MT
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Militarização das escolas apareceu primeiro em Leste News.
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