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“Quais são os dados científicos que estão hoje sendo apontados? Vamos lá, nós temos 0,04% de carbono [na atmosfera]. Você sabia que no período triássico, na Era Mesozoica, onde os dinossauros existiram, o carbono era muito mais elevado e tinha vida? Carbono é vida. Carbono é o que constitui a árvore. É claro que o nível de carbono fora do controlável vai trazer prejuízos, mas assim, nós estamos com 0,04%. (…) Nós temos 20% hoje da nossa atmosfera que é oxigênio, isso não vai deixar de existir”, pontuou.
O biólogo afirmou que também acredita na existência de mudanças climáticas, contudo, pontuou que apenas questiona quais são os estudos que comprovam qual é a parcela de contribuição da atividade humana nisso. Ele defende que os discursos sejam feitos com base em ciência e não em percepção.
“Esse tipo de percepção e opinião ela não tem qualidade técnica. Tem mudança climática? Eu também acho que tem. Eu acho que tem que ter mudança climática. Tem um astro rei lá que regula, é ele que regula e uma explosão a mais ou a menos no sol, vai dar menos ou mais reflexo aqui, é óbvio. Agora, dizer: ‘o ser humano é responsável por toda mudança climática que está acontecendo’. Prove”, disse.
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Na prática, a mudança reduz a flexibilidade que produtores tinham para negociar com distribuidoras os períodos mais adequados para irrigar. Para lideranças do setor, essa limitação pode elevar significativamente os custos de produção e até inviabilizar safras adicionais, como a chamada terceira safra, que vem ganhando espaço em Mato Grosso.
“A irrigação precisa de regularidade e de adaptação às condições climáticas. Se o desconto for concedido apenas em horários pré-fixados, sem considerar a realidade local, os produtores terão que arcar com contas mais altas, o que compromete a viabilidade econômica”, avaliou Luciana Miyabaiyashi, a consultora da Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir).
Ações para mitigar os efeitos
Segundo a engenheira, reuniões já foram realizadas com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MIDR) e estão em andamento tratativas com o Ministério de Minas e Energia para que as portarias sejam editadas de forma regionalizada, contemplando as especificidades de cada área produtiva.
Ainda conforme a consultora, a existência de um acordo de cooperação técnica entre os ministérios de Minas e Energia, do Desenvolvimento Regional e da Agricultura (Mapa), que deve garantir a participação do setor nas decisões. “O objetivo é que o irrigante seja ouvido, levando suas demandas e dificuldades para que as regras não comprometam a produção”, afirmou.
Um projeto em andamento junto ao MIDR e à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) já vem subsidiando esse debate, com levantamento de cargas e diagnóstico de problemas do setor elétrico voltados à irrigação no estado.
A consultora da Aprofir cumpre agenda em Brasília nesta semana, participa de um workshop sobre usos múltiplos de reservatórios de hidrelétricas e nesta quinta (25), terá reunião com a diretoria de irrigação do MIDR para alinhar estratégias e buscar ajustes que beneficiem o setor.
Paralelamente, também segue em discussão a MP 1304, que retirou a irrigação da lista de atividades isentas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Caso a mudança seja confirmada, irrigantes poderão ter que arcar, futuramente, com custos que hoje são cobertos pela isenção.
“O setor de irrigação é fundamental para o desenvolvimento do agronegócio e precisa de segurança regulatória para continuar investindo. Vamos continuar defendendo que as decisões sejam regionais e que o produtor não seja penalizado com custos que inviabilizem a atividade”, concluiu a representante da Aprofir.
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