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De acordo com a decisão, presidida pelo juiz Daniel Campos Silva de Siqueira, Jessé de Arruda Santana foi condenado por dois homicídios qualificados, cometidos com motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, além de um crime de roubo. Os jurados reconheceram a materialidade e a autoria dos delitos, rejeitando as teses defensivas apresentadas durante o julgamento.
Os crimes tiveram início após um acidente de trânsito ocorrido na MT‑241, no município de Nobres. Um veículo de passeio colidiu frontalmente com uma caminhonete. O motorista do carro, Oesdras Marques Arruda Santana, morreu no local em decorrência do impacto. Outras duas pessoas que ocupavam o veículo sobreviveram à colisão, assim como o condutor da caminhonete, que ficou gravemente ferido, mas foi socorrido e não correu risco de morte.
Conforme apurado no processo, pouco tempo depois do acidente, o réu, que era irmão do motorista que morreu na colisão, chegou ao local armado. Em vez de prestar socorro às vítimas feridas, ele efetuou disparos contra os dois passageiros que haviam sobrevivido ao acidente, causando a morte de ambos ainda na rodovia. Após cometer os homicídios, o réu subtraiu um veículo para assegurar a fuga, caracterizando também o crime de roubo.
Na dosimetria da pena, o magistrado levou em consideração a elevada gravidade concreta dos fatos e reconheceu a prática de três crimes distintos, sendo dois homicídios qualificados consumados e um roubo cometido logo após os assassinatos, com o objetivo de assegurar a fuga.
Ao analisar as circunstâncias judiciais, a culpabilidade acentuada do réu, a premeditação e o contexto de atuação vinculada a organização criminosa, a sentença registrou que a somatória das penas alcançou 39 anos e 4 meses de reclusão, evidenciando a extrema reprovabilidade da conduta.
O juiz também destacou que as vítimas foram executadas quando já se encontravam em situação de total vulnerabilidade, sem qualquer possibilidade de defesa, o que aumentou a censura penal da conduta. Não foram reconhecidas atenuantes, tampouco causas legais de diminuição da pena.
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“A gente inicia um ano desafiador, o maior problema é o preço das commodities. Temos ainda alguns assuntos que impactam, como essa questão de ampliação de áreas indígenas, que no fim do ano nós tivemos após a COP 30 esse anúncio que nos preocupou muito, trazendo insegurança jurídica”, comentou o presidente da Aprosoja.
Durante a COP 30, em novembro de 2025, o Governo Federal anunciou a homologação de quatro Terras Indígenas, assinou portarias declaratórias referentes a 10 novos territórios indígenas e aprovou seis Relatórios Circunstanciados de Identificação e Delimitação (RCID) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI).
Beber defende que deve ser respeitado o marco temporal para a demarcação de terras indígenas, que está contido na Lei 14.701 de 2023, que estabelece que os povos indígenas têm direito apenas às terras que ocupavam ou já disputavam em 5 de outubro de 1988.
Para Lucas Costa Beber, outra situação que gera preocupação para este ano, para o setor do agronegócio, é a “competição por crédito”.
“O atual governo tem trazido bastante insegurança jurídica para o setor. Um exemplo é essas ampliações, a questão da competição por crédito, hoje o governo, devido ao desequilíbrio fiscal, tem acessado muito crédito concorrendo com o privado, o que tem elevado as taxas de juros e travado muito investimento no setor, como o próprio financiamento e custeio da lavoura”.
2026 é ano de eleições presidenciais, o que de acordo com Beber, costumeiramente também traz algumas instabilidades para o setor.
“Eleições é normal, é um ano que tem mais oscilação também, taxa de câmbio, tem a questão dos juros altos que estamos vivendo ainda, tudo isso acaba sendo impactado por esse período eleitoral. E é claro, provavelmente promete ser uma eleição muito turbulenta esse ano, com muita oscilação, mas é algo que foge do nosso controle, temos que aguardar, acho que, como cidadão, cada um tem que fazer a sua parte”, pontuou.
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Postura do Governo Federal aumenta desafios para o agronegócio em 2026, avalia presidente da Aprosoja
Nos últimos dez anos, a infraestrutura elétrica do estado passou por um processo consistente de modernização e expansão, acompanhando o crescimento econômico e populacional. Na prática, a ampliação garante maior competitividade, confiabilidade no fornecimento e suporte à expansão de diferentes setores produtivos. Os avanços são resultado de investimentos contínuos, alinhados às demandas geográficas e socioeconômicas de um território extenso e diverso.
Desde a chegada da Energisa ao estado, os investimentos já ultrapassam R$ 9 bilhões. O ritmo de aportes se intensificou ao longo dos anos: em 2014, foram aplicados cerca de R$ 300 milhões, enquanto em 2025 o valor alcança aproximadamente R$ 1,6 bilhão. O montante representa o maior investimento em distribuição de energia elétrica por pessoa no Brasil, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
A expansão também é visível na estrutura da rede elétrica, que passou de 169 mil quilômetros em 2014 para mais de 230 mil quilômetros em 2024 — um crescimento de 35,5%. Nesse período, mais de 40 novas subestações foram construídas, dobrando a capacidade instalada do sistema. Para 2025, estão previstas a construção de outras cinco subestações e a ampliação de 18 unidades já existentes.
“Esses números materializam o nosso compromisso em levar energia com qualidade para todo o estado. Na prática, significam mais estabilidade no fornecimento, menos quedas e interrupções, garantindo energia disponível em 99,8% do tempo para os mato-grossenses. São investimentos recordes que nos permitem contribuir diretamente para o desenvolvimento de um estado com características desafiadoras e crescimento pujante”, destaca o diretor técnico da Energisa Mato Grosso, Fabrício Medeiros.
Outro foco da concessionária tem sido a universalização do acesso à energia elétrica em áreas isoladas. Desde 2021, 2.968 famílias de comunidades remotas passaram a contar com eletricidade, promovendo avanços diretos na educação, saúde, segurança, economia local e inclusão digital. Até 2026, a previsão é beneficiar outras 1.254 famílias, por meio de parcerias com programas de atendimento rural e remoto.
Além da atuação técnica, a Energisa também se destaca como agente econômico e social em Mato Grosso, com a geração de cerca de 8 mil empregos diretos e indiretos. Os investimentos sociais somam quase R$ 5 milhões nos últimos anos, destinados a projetos nas áreas de esporte, saúde, cultura, educação e lazer. Somam-se a isso R$ 206 milhões aplicados, nos últimos dez anos, em 209 projetos voltados à eficiência energética.
Mais do que números, os investimentos se traduzem em benefícios concretos para cerca de 1,7 milhão de clientes: maior qualidade no serviço, redução de interrupções, mais segurança e energia chegando a regiões antes não atendidas. Os impactos se refletem diretamente no fortalecimento da educação, da saúde e da economia, ampliando oportunidades e impulsionando o desenvolvimento em todo o estado.
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“Quais são os dados científicos que estão hoje sendo apontados? Vamos lá, nós temos 0,04% de carbono [na atmosfera]. Você sabia que no período triássico, na Era Mesozoica, onde os dinossauros existiram, o carbono era muito mais elevado e tinha vida? Carbono é vida. Carbono é o que constitui a árvore. É claro que o nível de carbono fora do controlável vai trazer prejuízos, mas assim, nós estamos com 0,04%. (…) Nós temos 20% hoje da nossa atmosfera que é oxigênio, isso não vai deixar de existir”, pontuou.
O biólogo afirmou que também acredita na existência de mudanças climáticas, contudo, pontuou que apenas questiona quais são os estudos que comprovam qual é a parcela de contribuição da atividade humana nisso. Ele defende que os discursos sejam feitos com base em ciência e não em percepção.
“Esse tipo de percepção e opinião ela não tem qualidade técnica. Tem mudança climática? Eu também acho que tem. Eu acho que tem que ter mudança climática. Tem um astro rei lá que regula, é ele que regula e uma explosão a mais ou a menos no sol, vai dar menos ou mais reflexo aqui, é óbvio. Agora, dizer: ‘o ser humano é responsável por toda mudança climática que está acontecendo’. Prove”, disse.
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Em 2025, foram apreendidas mais de 21,5 toneladas de entorpecentes, 224 veículos e 10 aeronaves, além de 55 armas, 1,9 mil munições e mais de R$ 140 mil em dinheiro retirados de circulação durante operações de combate ao tráfico de drogas na região de fronteira.
O secretário de Segurança Pública (Sesp-MT), coronel PM César Roveri, destacou que, desde o início da gestão do governador Mauro Mendes, o Governo do Estado tem realizado investimentos expressivos na segurança da fronteira, mesmo sendo uma atribuição da União, com foco no enfrentamento e na descapitalização do crime.
“Desde 2019, o Governo do Estado investe, em média, R$ 20 milhões por ano no Gefron. São recursos aplicados em armamentos, coletes, munições, viaturas e tecnologia de ponta. A segurança de fronteira é nossa prioridade por estar diretamente ligada ao combate às facções criminosas, que se tornou um plano de governo dentro do programa Tolerância Zero”, ressaltou.
O coordenador-adjunto do Gefron, tenente-coronel PM Airton Feitosa, afirmou que esses investimentos, além de aumentarem as apreensões de drogas, têm reduzido a presença de ações criminosas em território mato-grossense, especialmente na fronteira com a Bolívia.
“Desde o lançamento dos programas Vigia Mais MT e Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas, o número de ocorrências registradas pelo Gefron e de veículos apreendidos na região de fronteira diminuiu de forma significativa nos últimos dois anos”, pontuou.
De acordo com dados de inteligência do Gefron, o número de ocorrências registradas pela unidade caiu de 396 para 241, na comparação entre os anos de 2023 e 2025.
O coordenador-adjunto reforçou que a presença intensiva dos operadores na rota do tráfico, aliada aos investimentos do programa Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas em tecnologia, inteligência e integração operacional, inibiu a atuação criminosa e trouxe mais efetividade e eficiência ao patrulhamento na região.
“Os investimentos realizados nos últimos anos pela atual gestão e o fortalecimento do programa Tolerância Zero nos permitiram atuar de forma mais assertiva nas operações diárias, ampliando as apreensões de drogas, mesmo com a redução no número de ocorrências registradas”, concluiu.
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“Importante esclarecer que as informações dos projetos de assentamento no Simcar devem ser cadastradas exclusivamente pelo Incra ou pelo Intermat, por meio de seu profissional técnico cadastrado pelo órgão fundiário. Os beneficiários da Reforma Agrária devem se organizar e procurar o órgão fundiário para verificar a situação do seu assentamento e dar início ao processo de regularização ambiental”, ressaltou a secretária adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto.
Segundo ela, com a inclusão das informações e documentos, a Sema efetuará a análise ambiental do assentamento como um todo e, após a aprovação, a emissão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) do lote individual será automática pelo sistema.
Com a aprovação do CAR por lote, o imóvel rural que tiver passivo ambiental, seja em área de reserva legal ou em área de preservação permanente, deverá assinar o termo de compromisso com o órgão ambiental para recuperação de áreas degradadas em déficit.
“Ocorreram simplificações no Simcar-Assentamento para que o processo se torne mais célere, mas dependemos do cadastramento das informações pelos órgãos fundiários para promovermos a regularização ambiental das propriedades”, enfatizou.
Conforme a secretária, o Simcar-Assentamento começou com um projeto piloto do Intermat, no assentamento Pai Herói, com a validação de mais de 40 cadastros. “Após o cadastramento do projeto e a inclusão das informações da malha de lotes por parte do Intermat, a análise foi concluída em cinco dias. Algumas famílias já receberam o CAR, e outras deverão apresentar projeto de recuperação ambiental”, afirmou.
Segundo dados do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), os assentamentos em Mato Grosso ocupam cerca de cinco milhões de hectares, com mais de 47 mil cadastros ambientais no Sistema Mato-grossense de Cadastro Ambiental. A projeção de 100% de cobertura aponta para aproximadamente 73 mil cadastros.
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Na prática, a mudança reduz a flexibilidade que produtores tinham para negociar com distribuidoras os períodos mais adequados para irrigar. Para lideranças do setor, essa limitação pode elevar significativamente os custos de produção e até inviabilizar safras adicionais, como a chamada terceira safra, que vem ganhando espaço em Mato Grosso.
“A irrigação precisa de regularidade e de adaptação às condições climáticas. Se o desconto for concedido apenas em horários pré-fixados, sem considerar a realidade local, os produtores terão que arcar com contas mais altas, o que compromete a viabilidade econômica”, avaliou Luciana Miyabaiyashi, a consultora da Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir).
Ações para mitigar os efeitos
Segundo a engenheira, reuniões já foram realizadas com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MIDR) e estão em andamento tratativas com o Ministério de Minas e Energia para que as portarias sejam editadas de forma regionalizada, contemplando as especificidades de cada área produtiva.
Ainda conforme a consultora, a existência de um acordo de cooperação técnica entre os ministérios de Minas e Energia, do Desenvolvimento Regional e da Agricultura (Mapa), que deve garantir a participação do setor nas decisões. “O objetivo é que o irrigante seja ouvido, levando suas demandas e dificuldades para que as regras não comprometam a produção”, afirmou.
Um projeto em andamento junto ao MIDR e à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) já vem subsidiando esse debate, com levantamento de cargas e diagnóstico de problemas do setor elétrico voltados à irrigação no estado.
A consultora da Aprofir cumpre agenda em Brasília nesta semana, participa de um workshop sobre usos múltiplos de reservatórios de hidrelétricas e nesta quinta (25), terá reunião com a diretoria de irrigação do MIDR para alinhar estratégias e buscar ajustes que beneficiem o setor.
Paralelamente, também segue em discussão a MP 1304, que retirou a irrigação da lista de atividades isentas da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Caso a mudança seja confirmada, irrigantes poderão ter que arcar, futuramente, com custos que hoje são cobertos pela isenção.
“O setor de irrigação é fundamental para o desenvolvimento do agronegócio e precisa de segurança regulatória para continuar investindo. Vamos continuar defendendo que as decisões sejam regionais e que o produtor não seja penalizado com custos que inviabilizem a atividade”, concluiu a representante da Aprofir.
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“O Estado faz uma grande entrega para a nossa agricultura familiar e para as nossas crianças, fazendo com que o dinheiro público, que é pago por todos nós por meio dos impostos, voltem para o cidadão em forma de bens e serviços. É, por isso, que estamos comprando máquinas e entregando para a agricultura familiar, além de ajudar as prefeituras a construir as creches, para que os pequenos produtores possam produzir melhor e a educação de Mato Grosso se torne a melhor do país”, afirmou o governador Mauro Mendes.
Também foram entregues 3.589 cartões do Fundo de Apoio à Agricultura Familiar, o Fundaaf, na modalidade “inclusão rural”, que tem parceria com a agência de fomento do Estado, a Desenvolve MT, e busca oferecer apoio financeiro e técnico para que os pequenos produtores em situação de vulnerabilidade social possam desenvolver suas atividades no campo.
Esse auxílio, que totaliza R$ 21,4 milhões, é destinado àqueles inscritos no Cadúnico Rural, com renda per capita de até meio salário mínimo, e com prioridade para idosos, mulheres, jovens, indígenas, quilombolas e assentados.
A secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, observou que os recursos vão fortalecer o setor, promovendo o desenvolvimento sustentável dos pequenos produtores.
“Não estamos entregando somente máquinas e dinheiro. Estamos entregando autonomia e dignidade aos municípios e aos produtores. Esse recurso do Fundaaf Inclusão Rural vai pegar as pessoas que estão em situação de vulnerabilidade e vai trazê-las de volta para participar da economia local. Este é um governo que acredita no produtor rural, que caminha junto e que vai ver esse produtor crescer junto”, enfatizou.
O presidente da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural, Suelme Fernandes destacou que as entregas vão beneficiar diretamente os pequenos produtores.
“Este é um governo que olha para os pequenos e para os mais pobres, que entrega e leva renda para as comunidades rurais. Nunca se investiu tanto para desenvolver a agricultura familiar, e, principalmente, para ajudar os mais vulneráveis”, afirmou.
Construção de creches
Durante a solenidade, o governador Mauro Mendes formalizou o repasse de R$ 80,9 milhões para a construção de 23 novas creches e retomada de obras de 7 unidades. O recurso é oriundo do Fundo Estadual de Apoio à Melhoria das Condições de Oferta da Educação Infantil e do Ensino Fundamental no Estado de Mato Grosso.
O secretário de Estado de Educação, Alan porto, destacou que o Governo do Estado tem feitos investimentos significativos na educação, tanto para melhorar a infraestrutura quanto para valorizar os profissionais da Rede Estadual, e ressaltou que o repasse para a construção e retomada de obras de creches nos municípios vai garantir mais de cinco mil novas vagas.
“O Governo do Estado tem sido parceiros do município, e esse é um dia muito importante para as crianças do nosso Estado. A creche é a porta para o desenvolvimento infantil e é onde a gente começa a trabalhar a alfabetização, e investir em creche é investir em desenvolvimento econômico também, porque dá garantia para os pais e mães trabalharem enquanto deixam seus filhos em um local adequado”, observou.
O conselheiro Antonio Joaquim, do Tribunal de Contas do Estado, ressaltou que Mato Grosso é um dos cinco estados do país que têm recursos reservados para as creches no Estado, garantindo apoio aos municípios.
“Tenho certeza que, com esse nível de investimento, vamos zerar a demanda, e o Estado não terá nenhuma criança sem creche para atendê-la. A primeira infância é o investimento mais importante da administração pública. Quando se faz este investimento, você diminui a criminalidade, a gravidez na adolescência, impacta na qualidade de vida do país”, disse.
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No total Mato Grosso conta com 32.186.137 animais, sendo a maioria deles concentrada nas regiões norte e oeste. As dez maiores cidades com liderança na pecuária são Cáceres (1.392.407), Vila Bela da Santíssima Trindade (1.045.584), Juara (890.526), Colniza (853.803), Juína (782.968), Alta Floresta (675.385), Pontes e Lacerda (657.725), Nova Bandeirantes (624.172), Porto Esperidião (591.895) e Poconé (581.166).
lJuntas essas cidades concentram ¼ do rebanho estadual, com 8.095.61 bois. Com o quantitativo de pouco mais de 32 milhões de gados, Mato Grosso segue na liderança nacional de rebanho, estando bem à frente do 2º colocado, o Estado do Pará com 25 milhões de bovinos, e o 3º colocado, Goiás com 23 milhões de bois.
Suínos
Dados obtidos durante a campanha de atualização do estoque de rebanho apontam ainda que Mato Grosso possui 1.654.562 suínos tecnificados (criação intensiva), presentes em 109 estabelecimentos rurais concentrados em 26 cidades.
Tapurah, Nova Mutum, Sorriso, Vera e Lucas do Rio Verde são os que mais possuem suínos comerciais.
Aves
Na criação de aves comerciais Mato Grosso conta com um total de 42.488.35 aves. Desse total de pouco mais de 42 milhões, 380.804 são aves de codorna. Todo volume está concentrado em 61 municípios, que reúnem 355 estabelecimentos rurais voltados para a criação de aves.
Nova Mutum, Primavera do Leste, Campo Verde, Sorriso e Lucas do Rio Verde são os cinco municípios que reúnem o maior número de aves comerciais.
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